quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Chanel’s Paris-Bombay Métiers d’Art

Vocês viram as fotos do desfile Paris-Bombay Métiers d’Arts da Chanel?

Amei muito a maquiagem mas o que me chamou atenção e me fez querer compartilhar foram os cabelos. Especificamente O cabelo: penteado com dreads!  Super cara de princesa! Boa pedida pra quem usa dreads e quer dar uma revolucionada no visual de vez em quando, bom pra sair do lugar-comum.

Fotos: Vogue e style.com  

































Eu pessoalmente fiquei aqui com vontade de correr e comprar um aplique de dreads.

* Se quiser ver mais fotos/outros ângulos com imagens gigantes corre lá no blog da Vic que tem!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A inspiração nossa de cada dia nos dai hoje

Não sei vocês mas eu ultimamente tenho gostado mais de buscar minhas inspirações cabelísticas em blogs de moda como Garance Doré e The Sartorialist.  Não sei, não consigo apreciar uma imagem só porque tem um black super-poderoso.  Pra mim o cabelo é parte de um conjunto, toda a imagem tem de estar harmoniosa, tem que mostrar o cuidado com o todo.  E aliás, eu não consigo considerar um black super-poderoso se eu não gostar da imagem como um todo.  Por isso às vezes nem tudo que me inspira é alguém com o cabelo afro ou natural ou mesmo que seja afro, que não seja igual ou parecido ao meu.  É mais uma questão de estilo (veja bem, estilo, não moda).  

Com base nessa idéia eu deixo vocês com essa imagem simples e bonita vinda de  Garance Doré.

Enjoy!

sábado, 24 de julho de 2010

Invejinha do dia

Me deu vontade de pegar o primeiro avião pra São Paulo e ir acampar na porta do Proença até ele prometer me deixar com o cabelo igual ao da funcionária dele!




Foto: Blog Marcos Proença

Tirei daqui
Nutri-Thermique

quinta-feira, 15 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

1+1

Eu amo tudo que diz respeito a roupas, sapatos e ultimamente ainda descobri uma loucura por maquiagens (thnx Julia Petit).  Mas se tem uma coisa que eu não gosto é de gastar dinheiro, principalmente em vão. Explico:  ninguém fica mais feliz que eu ao chegar em casa com alguma coisa nova ainda mais se essa alguma coisa nova for algo que eu realmente cobiçava.  Contudo parto sempre do princípio que há uma alternativa.  Se o que eu quero é um par de botas forradas e impermeáveis pra agüentar a nevasca do inverno não tem porque entrar na primeira loja e comprar aquele par da vitrine que estava "pedindo pra ser levado pra casa".  Se eu posso esperar o período de liquidação, comprar quando estiver viajando ou simplesmente esperar até esbarrar naquela "oferta imperdível", por que não?  Mais que sobra. E quanto mais sobrar mais diversão eu posso ter pelos níqueis restantes.

Importados são coisas bem cara no nosso Brasil e eu sei. Daí a gente sabe que fora vende mais barato.  O que fazer?
1. Aproveite um amigo que esteja viajando e faça sua listinha (com parcimônia e de preferência já faça aquela contribuição no orçamento do seu anjo da guarda de antemão). Dá pra pesquisar preços nos sites e se for pra menos é melhor que ele complete com uma pequena diferença do que tenha que pagar pelo valor todo por conta própria.

2. Use e abuse de sites internacionais. Tem opções boas como eBay (atenção ao rating do vendedor SEMPRE!), Strawberry, Lookfantastic, Feelunique, Gorgeousshop, Brigettesboutique e All Wholesale Cosmetics. Pesquise e compare, inclusive nos sites que cobram frete.

O que não pode é vc abrir mão de opções de adquirir mais por menos porque ao menos "em casa" vc pode parcelar.  Só uma continha básica do pq não vale a pena nem pq vc pode parcelar em 3784985402 vezes:
Imagine que um produto custe 50 reais nos mercados alternativos e 120 reais no mercado doméstico (brasileiro). A loja que vc escolhe comprar parcela em até 12 vezes.  12 x 10 reais.  Em 5 meses vc já teria o valor da compra no mercado internacional, com a diferença de não ter que pagar os 70 reais restantes.  Daí eu pergunto: vale a pena pagar 70 reais a mais só pra poder parcelar? Faz sentido?
Nesse caso é mais vantajoso passar 5 meses (e eu nem acredito que levaria isso tudo) com produtinho genérico até ter o valor pra comprar o que realmente se quer.


Reflitam!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Cantadas ofendem

Texto ótimo de Ivan Martins para a revista Época:


"Trabalhou comigo, anos atrás, uma moça da qual eu me lembro por três motivos. O primeiro é que ela comentou uma vez, de passagem, que quando estava se sentindo por baixo gostava de passar diante de um canteiro de obras: era inevitável que ao ver as suas pernas compridas os peões dissessem coisas que a faziam sentir-se bonita. Nunca esqueci esse comentário.
Outra coisa de que eu me lembro é ouvi-la contando, chocada, que estava parada num ponto de ônibus cheio de gente quando um sujeito gritou, de dentro de um carro, que ela tinha um nariz horrível. Chegou ao trabalho chorando de humilhação.
A última coisa de que me lembro é que ela vive em Paris há anos. Da última vez que conversamos não tinha planos de voltar.
Em Paris ela pode andar de minissaia, pode sair e beber sozinha e há pouco risco de que seja abordada, elogiada ou insultada. Às vezes eu acho que ela abriu mão dos galanteios dos peões para ficar livre dos insultos. Outras vezes acho que ela descobriu que não gostava nem mesmo dos galanteios.

De qualquer forma, acho que galanteadores e agressores se parecem: cada um deles, a sua maneira, acha que tem o direito de dizer o que pensa a uma mulher estranha. Pode ser um elogio físico ou uma grosseria sexual, não importa. Em geral, trata-se daquilo que os americanos, apropriadamente, chamam de “atenção não solicitada.” Indesejada, na verdade.
Nas duas últimas semanas, desde que ocorreu a história da moça da Uniban, tenho pensado na forma como nós, homens brasileiros, tratamos as mulheres. Até que ponto aqueles tipos que xingaram a ameaçaram a moça do vestido cor de rosa se parecem com o resto de nós – atrevidos e eloquentes galanteadores brasileiros?
No início desta semana, quando discutíamos a baixaria da Uniban aqui no trabalho, uma de nossas colegas – jovem, bonita, discreta – pediu a palavra para fazer uma espécie de desabafo. “É difícil para uma mulher caminhar nas ruas de São Paulo”, ela disse. “A gente tem de andar olhando pro chão, fingindo que não escuta todas as besteiras que nos dizem”.
É isso, não é? Mulher bonita anda pela rua e vai sendo alvo de comentários em voz alta. Que cara, que bunda, que isso que aquilo. Se você, caro amigo, acha que elas gostam, pergunte. Minha amostragem sugere que a maioria detesta. Se sentem ameaçadas, intimidadas, insultadas. Querem ser deixadas em paz.
Esse assédio sobre as mulheres acontece à luz do dia, na porta do trabalho, na travessia de pedestres, dentro do ônibus. Às vezes o tom de voz do sujeito ou as coisas que ele diz amedrontam. Outras vezes dá asco ou dá vergonha. Nas baladas pode ser pior: o garanhão de calça agarradinha chega apertando o braço da moça, mexendo no cabelo, forçando a barra. Não aceita não como resposta. Mas quem deu licença a ele para dizer coisas e tocar o corpo de uma mulher desconhecida?
Nós, homens, demos licença. A cultura machista nos dá licença.
Assim como os talibãs agridem mulheres que se atrevem a andar sem burca – porque se sentem donos delas – nós dizemos o que queremos às mulheres que se atrevem a exibir sua beleza delas na rua, pela mesma razão. Se estiver acompanhada de um homem, vá la. Mas se estiver sozinha, sem dono, “causando”, vai ter de ouvir o que a gente quiser dizer. Ou pior. Pelo simples fato de que a gente pode.
Ouço dizer que isso acontece apenas em São Paulo, mas duvido. No Rio as garotas andam de biquíni na orla e de shorts em qualquer lugar, mas quando uma delas resolve fazer topless na praia, a tigrada atira areia e rosna ameaças. Passou do limite! Mas quem dá o limite do que a mulher pode ou não usar? Os talibãs da praia? Me contaram que outro dia uma adolescente com cara de estudante de moda teve de saltar de um ônibus na Avenida Paulista porque usava uma saia muito curta e foi ameaçada por uma turba. São os talibãs do ônibus.
No universo mental desses camaradas, mulher que não quer confusão se dá ao respeito: anda com as pernas cobertas, sem roupas ou adereços provocativos, discreta e modestamente. Fica no seu lugar. A rua é o espaço em que os homens fazem o que querem e as mulheres se comportam. Mulher que sai da linha ou chama atenção por ser bonita a turba trata como quer. Pergunto: há diferença filosófica entre isso e a misoginia que se pratica nos países islâmicos atrasados?
Com o risco de incorrer em exagero, acho tudo parecido com tudo. O sujeito que diz besteiras a uma moça que caminha na rua, o playboy que agarra a garota na balada, o cara que se esfrega na mulher do trem, o marginal que insulta a moça da Uniban. Tudo faz parte de um mesmo contínuo de desrespeito à mulher. Ele começa com o chato do bar, que insiste na cantada apesar de meia dúzia de nãos, e termina... Sabe-se lá onde termina.
Claro, todo comportamento social tem uma justificativa ideológica. Neste caso, a justificativa é a de que as mulheres gostam. Se você perguntar, vai ouvir dos conquistadores que, lá no fundo, elas querem ser assediadas, agarradas, elogiadas com bastante pimenta. Faz bem para o ego delas, explicam. Claro, por trás de todo grosseirão há sempre um especialista na alma feminina. Mas eu suspeito que eles estejam errados.
Minha opinião, pelo que vale, é que esse tipo de comportamento insultuoso tem de ser reprimido: socialmente e, se necessário, pela polícia. As mulheres têm direito de andar sozinhas pelas ruas, vestidas como quiserem, e serem respeitadas. E elas são o melhor juiz do que é ou não é desrespeitoso. Se o sujeito cruzou o limite, chama a polícia, avisa o segurança, pede ajuda ao dono do bar. Não faz sentido, em pleno século 21, que nossas filhas, namoradas, irmãs ou amigas tenham de andar pelo mundo com os olhos no chão porque um bando de homens não se aguenta nas calças."

IVAN MARTINS 

Editor-executivo de ÉPOCA 

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

Não está satisfeito ainda?

Mais uma do The Sartorialist, da época em que ele esteve no Rio.
Imagem:  The Sartorialist

Mais?

Amo dreads! O dia em que eu cansar dos cachos juro que parto para elas.

Tá bom ou quer mais?

Linda modelo postada no blog de Garance Doré.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Rasidade

Esse post era um tópico que ia escrever nos fóruns da vida mas resolvi postar aqui.

A palavra do título é uma brincadeira e eu sei que não existe, mas já que não tem (ou eu não encontrei) palavra em português para shallowness... vamo que vamo!

Brincadeiras à parte o caso é sério.
Muito se debate acerca de usar ou não químicas nos cabelos. Eu não sou contra quem prefere usar química, mas sou contra o uso de química e tb contra o argumento "precisar usar química". Alguns preferem usar, preferem o cabelo com o efeito da química, mas precisar é outra história. Uma questão só de perspectiva. Precisar é quando algo é vital, a gente precisa de água, comida, vestimenta pra não passar frio e pra proteger a pele do sol (não um artigo da alta costura), mas precisar de uma química... até pelo contrário, não fosse pela nossa vaidade em ficar bonito nos parâmetros do que alguém decidiu que é bonito, era bem melhor até que não usássemos, porque o que não se divulga é que essas químicas inofensivas que usamos são tóxicas e que caem na corrente sanguínea.

A aparência foi uma das razões que me levaram a parar com a química, mas a fundamental mesmo foi a saúde, foi querer preservar a integridade da saúde dos meus futuros filhos, não fazer loteria com suas vidas. Acho triste que no mundo de hoje não se incentive a prática de hábitos pela saúde e sim pela beleza, exemplo, exercitar-se faz bem a saúde, ao coração e uma vida de exercícios regulares pode adicionar mais alguns anos no nosso calendário, mas tudo que se vêm em artigos sobre exercício é como aquilo vai te ajudar a perder peso. Assim vejo pessoas se entregando a artifícios muitas vezes brutais contra o corpo e colocando em risco a própria saúde, se intoxicando só pra ficar bonita. Gente aplicando cola altamente tóxica que não devia em hipótese entrar em contato com a pele pra colar orelha só pra ficar mais apresentável (se você se reconhece, não se ofenda!).
Essas escovas de tudo cheias de substâncias usadas para limpeza pesada, corrosão de superfícies e afins. Meu, soda cáustica e outras substâncias tão perigosas quanto.
Não sou contra quem usa química no cabelo, sou contra a "rasidade" de princípios de preterir a saúde a favor da aparência. Beleza é fundamental, mas estar vivo e saudável também é e uma coisa devia andar junto com a outra.

Faley.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Some hair inspiration for you

Porque a world wide web não tem fronteiras eu utilizo essa poderosa ferramenta ao máximo para buscar idéias e inspiraçöes todo dia. E numa dessa minhas andanças encontrei Laura Izibor, uma cantora irlandesa de R'n'B (na verdade, de descendência irlandesa e nigeriana).

Música suave, gostosa de ouvir e uma mulher linda pra ficar aqui de exemplo pra nós que sempre sentimos falta de ver mas mulheres espetaculares com cabelos afro naturais igualmente espetaculares.

Quer ouvir? Clique aqui!



Bisous!

domingo, 23 de novembro de 2008

Curly Fro

Tem um estilo de cabelo que acho o máximo, que funciona bem pra festas e para aquelas ocasiões em que vc quer marcar presença: o Culry Fro. Uma espécie de black power mas com uns cachinhos. Fica uma coisa meio despenteada, eu particularmente acho o máximo.

Pois ontem eu achei um vídeo em duas partes no Youtube de como fazer. Ok, está em inglês, eu mesma não entendi bem o que foi que ela usou, mas vale a pena assistir pela técnica e o restante é improvisar e usar a criatividade. Eu experimentei ontem mas não saiu exatamente como deveria, mas eu não vou me deixar vencer assim tão facilmente. Logo, logo voltarei para a revanche.

Enquanto isso, divirtam-se com o(s) vídeo(s)!

http://www.youtube.com/watch?v=Ra5vuHRZBdU

http://www.youtube.com/watch?v=5iLx1wTuRxs

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Me empolguei

Bora mostrar maquiagem!

I want a hair like this

Eu definitivamente PRE-CI-SO de um cabelo desses! Pra ontem!

You go, girl!


                              Foto:  Afrofaj´s Publik Fotki

Como nem só de cabelo vive a nossa aparência...

... indico um tutorial de make-up para a pele negra com a atriz Thalma de Freitas publicado no Petiscos, da Julia Petit pela Mari Rossi.

sábado, 1 de novembro de 2008

Gel de Linhaça

Em uma panela junte uma colher de semente de linhaça e 150 ml de água. Deixe ferver por 5 minutos, mexendo com uma colher. Tire do fogo, coe e ponha em um recipiente com tampa.

Faça pouca quantidade e mantenha na geladeira. Estraga-se em poucos dias.

Natureba

Eu me decidi por usar o mínimo de produtos químicos possíveis. Desde que tirei as tranças usei xampu uma vez apenas. Lactacyd, na verdade, que descobri ser perfeito pra lavar os cabelos e não deixar aquele aspecto ressecado. Mas então, desde essa vez só tenho usado condicionador. 

Li no "Hair Rules!" sobre usar um óleo no cabelo como pré-xampu, inclusive já falei sobre isso aqui, e a partir da dica de uma amiga, comecei a utilizar azeite de oliva. Deixo o óleo agir alguns minutos e lavo utilizando o condicionador "Curl around" da Frizz Ease, e só, nenhum xampu. Depois aplico um gel de linhaça, que eu mesma faço. Procuro não secar muito os cabelos, deixo-os secar naturalmente. Pra dormir, comprei uma fronha de seda que é mais delicada para com os cachos, nãos os deixa desmanchar e não absorve a oleosidade dos fios. Assim de manhã, eu nem preciso molhá-los novamente para pentear, é só ajeitar com os dedos.

Agora estou só esperando minha manteiga de karitê não-refinada chegar pelos correios pra parar de utilizar o condicionador e começar a viver a experiência de cuidados completamente naturais para os meus cabelos.

Voltarei para dar o feedback.